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Zé Ibarra: Saudade Solidão ao vivo no Teatro Paiol Depois de levar “AFIM” a diferentes cidades do Brasil e do mundo com uma banda de nove pessoas no palco, Zé Ibarra escolhe um caminho inverso: voltar ao formato de voz e violão. Em “Saudade Solidão”, as canções que ganharam metais, cordas, teclados e camadas de arranjo retornam ao seu ponto de partida, a voz, o violão e a interpretação. O repertório parte de “AFIM”, passa por músicas de “Marquês, 256.”, seu primeiro trabalho solo, e inclui releituras surpresa para o público. “Fazer show com banda é muito bom, mas também tenho saudade de fazer voz e violão, principalmente nesse momento da minha carreira, com a galera curtindo, conhecendo todas as músicas. Pensei nesse nome por isso: saudade da solidão de estar no palco sozinho”, conta Zé. Lançado pela Coala Records, “AFIM” reúne oito faixas entre composições próprias e versões de artistas contemporâneos, cruzando MPB, jazz, rock progressivo e pop, com direção artística e produção do próprio Zé e coprodução de Lucas Nunes. O disco está indicado ao Latin Grammy 2026 como Melhor Álbum de Música Popular Brasileira, um ano depois de o single “Transe” concorrer como Melhor Canção em Língua Portuguesa. Cantor, compositor, multi-instrumentista e produtor musical, Zé Ibarra foi revelado em 2014 como vocalista, compositor e pianista da banda carioca Dônica, com a qual venceu o 27º Prêmio da Música Brasileira. Dividiu o palco com Milton Nascimento na turnê de despedida “A Última Sessão de Música” e, em 2022, formou o Bala Desejo, vencedor do Latin Grammy de Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa com “Sim Sim Sim”.
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